FAT promove a “I Semana de Saúde Mental e Serviço Social ’’

Em comemoração ao Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro, a FAT promoveu a “I Semana de Saúde Mental e Serviço Social”, evento que discutiu a importância do assistente social na garantia de políticas públicas. “O objetivo do evento foi debater entre professores, assistentes sociais e estudantes medidas para viabilizar direitos e possibilitar o acesso a tratamentos e serviços, além de buscar meios em que o paciente esteja inserido em um ambiente familiar e social’’, explicou Karoline Lamenha, coordenadora do curso de Serviço Social da FAT.

Realizado na Unidade Antares no período de 8 a 11 de outubro, o evento contou com a participação da assistente social Simone Rodrigues, que trabalha no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) II Doutor Rostan Silvestre. Ela mediou um cine debate sobre o filme “Nise: O Coração da Loucura’’ e a reforma psiquiátrica. A “Atuação do assistente social na política de saúde mental” foi o tema de uma mesa redonda com a participação de Audijane Medeiros, assistente social do CAPS Enfermeira Noraci Pedrosa, da assistente social Thaís Oliveira, que é ex-aluna da FAT e apresentou o resultado do seu TCC que analisou o perfil socioeconômico das famílias atendidas no CAPS Noraci Pedrosa, além da assistente social Hozana França e de Karoline Lamenha.

Durante a semana, os estudantes realizaram visitas técnicas ao Hospital Escola Portugual Ramalho. Para Rosineide Oliveira, aluna do 6º período, esse foi o momento de conferir na prática o que vinha sendo discutido em sala de aula. “A disciplina Serviço Social e Saúde Mental aborda questões como reforma psiquiátrica e a importância do assistente social. Por isso, foi enriquecedor acompanhar o cenário local e a atuação dos nossos profissionais”, disse. “Discutir esses temas no ambiente acadêmico garante mais visibilidade a uma área que ainda é cercada de preconceitos”, complementa Athus Moura, aluno do 5º período do curso.

A psicóloga e assistente social, Márcia Arruda, que facilitou a roda de conversa com o tema “E a saúde mental na Universidade, como vai? ”, alerta para o crescimento do número de graduandos com algum tipo de transtorno mental, como depressão e ansiedade. “É muito importante debater a temática e reforçar a necessidade de pedir ajuda’’, conclui.

 

Em comemoração ao Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro, a FAT promoveu a “I Semana de Saúde Mental e Serviço Social”, evento que discutiu a importância do assistente social na garantia de políticas públicas. “O objetivo do evento foi debater entre professores, assistentes sociais e estudantes medidas para viabilizar direitos e possibilitar o acesso a tratamentos e serviços, além de buscar meios em que o paciente esteja inserido em um ambiente familiar e social’’, explicou Karoline Lamenha, coordenadora do curso de Serviço Social da FAT.

Realizado na Unidade Antares no período de 8 a 11 de outubro, o evento contou com a participação da assistente social Simone Rodrigues, que trabalha no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) II Doutor Rostan Silvestre. Ela mediou um cine debate sobre o filme “Nise: O Coração da Loucura’’ e a reforma psiquiátrica. A “Atuação do assistente social na política de saúde mental” foi o tema de uma mesa redonda com a participação de Audijane Medeiros, assistente social do CAPS Enfermeira Noraci Pedrosa, da assistente social Thaís Oliveira, que é ex-aluna da FAT e apresentou o resultado do seu TCC que analisou o perfil socioeconômico das famílias atendidas no CAPS Noraci Pedrosa, além da assistente social Hozana França e de Karoline Lamenha.

Durante a semana, os estudantes realizaram visitas técnicas ao Hospital Escola Portugual Ramalho. Para Rosineide Oliveira, aluna do 6º período, esse foi o momento de conferir na prática o que vinha sendo discutido em sala de aula. “A disciplina Serviço Social e Saúde Mental aborda questões como reforma psiquiátrica e a importância do assistente social. Por isso, foi enriquecedor acompanhar o cenário local e a atuação dos nossos profissionais”, disse. “Discutir esses temas no ambiente acadêmico garante mais visibilidade a uma área que ainda é cercada de preconceitos”, complementa Athus Moura, aluno do 5º período do curso.

A psicóloga e assistente social, Márcia Arruda, que facilitou a roda de conversa com o tema “E a saúde mental na Universidade, como vai? ”, alerta para o crescimento do número de graduandos com algum tipo de transtorno mental, como depressão e ansiedade. “É muito importante debater a temática e reforçar a necessidade de pedir ajuda’’, conclui.

 

X